
Estou doente, não sei se do corpo se da alma. As lágrimas que correm não me limpam o rosto, alma nem sequer o coração.
Elas me maltratam. Parem de correr, os meus olhos já estão cansados.

Estou doente, não sei se do corpo se da alma. As lágrimas que correm não me limpam o rosto, alma nem sequer o coração.
Elas me maltratam. Parem de correr, os meus olhos já estão cansados.

Somos folhas caídas.
Talvez o vento nos conceda uma dança,
ou a chuva nos beije a chorar.
Talvez o sol nos aqueça na cama,
ou alguém distraído, nos leve nas botas.
O Outono é bonito e simples …

Aprecio.te …
Olho para ti da cabeça aos pés . . . és perfeito !
Contorno os teus movimentos suavemente com os meus olhos. O meu olhar fixa em ti, percorre o teu corpo com a minha alma.
Sinto vontade de tocar em ti . . .
Felicito.me com o sorriso dos teus lábios que tanto desejo, vontade de lhes tocar. Sigo suavemente os teus passos, e olho constantemente para o teu corpo, a minha tentação, até me perco nele.
Assaltas a minha mente menino do meu coração.
Eternamente meu, seja de que maneira for.
(2008.10.17) - (12.30 - 13.00)

“És uma pena nos meus braços”

“Os olhos desmaiados
O corpo esgotado
A mancha de suor no lençol
As almofadas espalhadas pelo chão
Era como um fechar das cortinas
Num palco onde foi ensaiado mais um episódio
de uma peça que se quer sem fim…”